domingo, 21 de outubro de 2007

Ilha de Páscoa, mistérios sem explicação

Estátuas da ilha de Páscoa
Um grande mistério sem explicação



Neste nosso planeta existem muitos mistérios sem qualquer explicação lógica. As gigantes imagens em pedra da Ilha de Páscoa são, sem dúvida, um desses mistérios que ainda continua por explicar.

São apenas 18 km² de terras áridas, com origem de erupções de quatro vulcões, hoje inactivos. Pertencente ao Chile, ela é a porção de terra habitada mais isolada do restante da humanidade, em todo o Planeta. Qualquer terra mais próxima, está a uma distância de 3000 a 3200km, por isso os nativos desta ilha chamam-na de "umbigo do mundo"; é de imensa solidão, cercada pelas águas perigosas do sul do Oceano Pacífico. Este pequeno pedaço de terra da Oceania foi descoberto, por acaso, pelo almirante holandês Jacob Roggeven, justamente num domingo de Páscoa em 1772; mais tarde, foi rebatizada pelos espanhóis, com o nome do santo protector de seu imperador, passando a constar nos seus mapas náuticos como Ilha de São Carlos. Actualmente, é designada de Rapa-Nui.





A ilha de Páscoa é a terra dos "Moais", gigantescas esculturas, construídas com rochas vulcânicas. Suas dimensões e pesos são variáveis, indo de três a dez metros de altura, com algumas dezenas de toneladas. Feitas com material relativamente frágil, a lava vulcânica petrificada, deveriam ser deslocadas com muito cuidado e com as mãos, pois não haviam máquinas para esse fim naquela época. No entanto tal façanha à luz da razão é inteiramente impossível, levando-se em consideração a natureza do terreno que é acidentado e pedregoso.
São centenas de homens gigantescos espalhados pela pequena superfície da ilha, ao todo, mais de mil!. Têm sempre no rosto a mesma expressão e parecem vigiar os horizontes desde todos tempos, com olhar distante e sereno. Colossais, imponentes, insondáveis. Muito se estudou e se estuda sobre eles e, no entanto, continuam a ser um dos mais inexplicáveis mistérios do nosso planeta.






Durante milénios os moais estiveram protegidos do restante da humanidade, pela sua localização perdida no sul do Pacífico. Os habitantes primitivos da ilha contam que, a história dos moais é a mesma história deles, ou seja, vieram de uma ilha fadada a desaparecer sob as águas. Sempre que contam esta história, passada de geração em geração, dizem que as monumentais esculturas foram transportadas, das bases dos vulcões onde foram construídas, para plataformas artificiais onde efectivamente estão, pelo "mana", poder sobrenatural que o rei possuía, pois bastava que ele olhasse para uma das estátuas e a mesma se levantaria, "pousando" no lugar desejado. (É interessante que chamavam a esse poder de "Mana", básicamente o mesmo nome do antigo testamento, o alimento caído do céu do povo de Israel durante 40 anos no deserto).
Os nativos da ilha mais solitária do mundo, tinham desenvolvido uma escrita própria, independentemente do resto do mundo e, até hoje, continua indecifrável. Constituía-se de uma série de sinais, gravados com dentes de tubarão, em tábuas de madeira - as "tábuas falantes", no idioma local.

Como podem calcular, existem muitas teorias relacionadas com este e outros mistérios do nosso mundo, muitos chegam mesmo a acreditar que estas estátuas tenham sido colocadas ali por mãos de extraterrestres. Apesar de tantas teorias e muitos livros escritos sobre este assunto, a verdade é que até aos dias de hoje continua a ser um grande mistério sem qualquer explicação lógica.




Observe o tamanho das estátuas em relação aos homens que se encontram junto delas


2 comentários:

MARKS ,a revolução começa agora! disse...

realmente é incrivel,não tem como explicar.

Vladimir Campos disse...

Olá, acabo de publicar um livro sobre a Ilha de Páscoa (Rapa Nui) e gostaria de compartilhar com vocês o link que contem instruções para aquisição, bem como todo material gratuito relacionado ao livro (fotos, podcast, etc.) que imagino pode ser útil para os interessados neste maravilhoso recanto do mundo.

Mais detalhes em:
http://vladimircampos.com.br/livros

Obrigado pela atenção!