sexta-feira, 10 de maio de 2013

Mulher de 105 anos diz que é o bacon que a mantém viva


Pearl Cantrell ficou viúva aos 38 anos e criou sete filhos sozinha

Uma texana de 105 anos garante que é o bacon que a mantém viva. Pearl Cantrell ficou viúva aos 38 anos e criou sete filhos sozinha, trabalhando a colher algodão nos campos. 

«Adoro bacon e como-o todos os dias», contou Pearl a uma filiar da NBC.

«Não me sinto tão velha como sou. É tudo o que vos posso dizer», acrescentou.

A vitalidade da mulher é de fazer inveja e, aos 105 anos, é uma exímia dançarina de country. O seu 105º aniversário foi uma festa de arromba que durou três dias e teve mais de 200 convidados. 

Pearl Cantrell conta que se reformou há várias décadas, mas nunca ficou inativa. Até há poucos anos, ainda era ela quem cortava a relva do jardim.


Fonte: IOL

quinta-feira, 9 de maio de 2013

"Google Timelapse" mostra como o mundo mudou em 28 anos



Novo projecto do Google foi anunciado esta quinta-feira, dia 9 de Maio, e permite ver as alterações na Terra nas últimas décadas

Queres saber como era o Porto, Lisboa, Madrid, Tóquio, o mundo, há duas décadas? Já é possível fazer um “rewind” e ver a evolução do planeta ao longo dos últimos anos. A aplicação "Timelapse" do Google Maps foi anunciada esta quinta-feira e possibilita navegar no tempo e no espaço (re)visitando locais desde 1984 até 2012.



Perceber as mudanças morfológicas dos territórios é o principal objectivo e, simultaneamente, mais-valia deste projecto.

Construído com base em mais de dois milhões de imagens de satélite Landsat, o mapa interactivo mostra, a partir de animações em HTML5, a acção da natureza e dos humanos nos mais diferentes pontos do globo.

Até ao momento, a "Timelapse" oferece uma pré-selecção de sete lugares do mundo, entre os quais, Las Vegas, Dubai, Xangai, Glaciar Mendenhall (Alaska) e Areias do Óleo (Athabasca), sendo que ao escrever um novo destino o motor de buscas encarrega-se de devolver a imagem.

Explorar e consciencializar

A desflorestação da Amazónia, a expansão da costa do Dubai e o degelo do Alaska são três dos cenários mais flagrantes no que respeita à sua modificação.

E por isso mesmo, para além de ser “fascinante para explorar”, Rebecca Moore, do Google Earth Engine, espera que “as imagens possam informar o pensamento da comunidade global sobre como vivemos e as políticas que nos guiarão no futuro”, lê-se no blogue oficial da Google.

O projecto resulta de uma parceria entre o Google, aNASA, a revista Time e a Sociedade Geológica dos Estados Unidos.


Fonte: PUBLICO

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Cientista russo afirma ter encontrado fragmentos do meteorito de Tunguska


Um pesquisador russo declarou esta semana ter encontrado fragmentos do maior corpo celeste que já atingiu a Terra na história registrada. Curiosamente, ele esperou 24 anos antes de ir a público com sua descoberta. Segundo uma pré-publicação no site Arxiv.org, os três pedaços encontrados na Sibéria Central por Andrei Zlobin, do Museu Geológico Estatal Vernadsky da Academia de Ciências da Rússia, podem ter sido parte da gigantesca pedra que explodiu na região em 1908, derrubando, aproximadamente, 80 milhões de árvores em uma área que abrange 2,150 mil quilômetros quadrados. Estima-se que a onda de choque causada pelo impacto tenha sido de 5 graus na Escala Richter.
Concepção artística de um meteorito atingindo a Terra
Embora o impacto de Tunguska tenha sido mil vezes mais poderoso do que a bomba atômica que destruiu Hiroshima em 1945, os cientistas não conseguiram encontrar qualquer fragmento do meteorito que o causou. Uma teoria popular credita o evento a um asteroide ou cometa de gelo que, teoricamente, teria explodido na atmosfera terrestre e evaporado sem deixar vestígios.
Agora, entretanto, Zlobin afirma ter encontrado fragmentos do corpo celeste durante uma expedição em 1988 à área onde a colisão ocorreu. Segundo o pesquisador, três pedras encontradas na restinga do Rio Khushmo, perto do local do impacto, apresentam traços de fusão e regmagliptos – reentrâncias rasas, como impressões digitais, formadas durante a passagem de um meteorito pela atmosfera.
As amostras, que ainda devem passar por uma análise química, não necessariamente refutarão a teoria do cometa de gelo, mesmo que sua conexão com o evento de Tunguska seja confirmada. De acordo com o estudo de Zlobin, o núcleo do cometa poderia ter contido corpos pequenos de pedra e densidade comparável à do núcleo do cometa Halley, que é composto de gelo e poeira.
Fonte: diariodarussia