quarta-feira, 18 de março de 2009

Rezam dentro do caixão


Na Tailândia, a fé tem um ritual que pode parecer insólito ao mundo ocidental. Os devotos alugam caixões para poderem rezar no seu interior e assim «livrarem-se do mal».

Esta quarta-feira, milhares de devotos cumpriram, mais uma vez, o ritual, em Nakhon Nayok, a 100 quilómetros de Banguecoque, na Tailândia.
Dentro do templo, Wat Prommanee, os crentes pagam 3.80 euros para participarem no «ritual da ressurreição», onde se deitam dentro dos caixões budistas, com flores, e esperam que os monges passem por eles com um manto branco, ao som de um cântico simbólico sobre a morte.

Após a bênção dos monges, os devotos levantam-se dos caixões, acreditando que estão purificados e renascidos com protecção na saúde, contra o mal e com os seus desejos realizados.


Homem de pedra


Uma estranha doença genética sem cura levou a que um chileno de 44 anos visse os seus tecidos musculares transformados progressivamente em ossos, refere a Lusa.

Carlos Olea, conhecido pelos seus vizinhos como o «homem de pedra», padece desde que nasceu de fibrodisplasia ossificante progressiva, uma rara doença que destruiu os seus músculos e articulações e o impede quase de se movimentar.

«Sinto qualquer coisa, qualquer coisa por dentro, como se os nervos estivessem duros», descreveu, com dificuldade, Carlos Olea, que vive com os pais numa casa de campo, em Tunca de Arriba, na região de OHiggins.

Diariamente, os pais de Carlos atam, com uma larga correia de couro, o filho junto à porta de casa para que possa ver o campo enquanto come com o auxílio de varetas.

São também as varetas que lhe permitem gozar o seu único prazer: fumar.
Carlos, que só consegue pestanejar e mexer alguns dedos dos seus pés e mãos, consegue fumar quando é colocado um cigarro na ponta de uma vareta com uma abertura numa das extremidades.

De acordo com a chefe da Unidade de Genética do Hospital Clínico da Universidade do Chile, Silvia Castillo, o gene que causa a doença de Olea, que não sabe ler nem escrever e é filho de pais sãos, encontra-se no cromossoma 2 e foi descoberto há três anos.


terça-feira, 17 de março de 2009

Linguagem dos gatos descodificada

É verdade, a linguagem dos gatos foi finalmente descodificada. Não acredita? Então veja o vídeo.