sexta-feira, 13 de março de 2009

Homem morde cão e é condenado em tribunal



Splodge foi mordido pelo seu dono. O caso não seria insólito se Splodge não fosse um cão.

Philip Carter, de 29 anos, terá atacado Splodge, um arraçado de Terrier, após este o ter mordido na mão, segundo o jornal Telegraph.

Carter compareceu no tribunal de Loughborough, no Reino Unido, para ser julgado por causar sofrimento desnecessário a Splodge e por não o levar ao veterinário assim que ele foi ferido.

Considerando-se culpado numa audiência anterior, Philip Carter acabou por ser condenado a 12 semanas de pena suspensa.

John Sutcliffe, procurador da RSPCA, uma associação que luta pelos direitos dos animais, disse ao tribunal que quando a polícia foi a casa de Carter, verificaram um rasto de sangue, acabando por descobrir o cão a sangrar muito de uma ferida no nariz e com dificuldades respiratórias.

Max Duddles, advogado de defesa, alegou que Splodge não era muito bem comportado e que terá mordido Carter, tendo este mordido o cão no nariz e batido no animal, antes que este se virasse contra ele.

O juiz distrital Jonathan Taaffe disse a Philip Carter que ele apenas se safou da prisão por ter admitido as agressões, e avisou-o que iria para a prisão se ele voltasse a agir daquela maneira num prazo de 18 meses.

Carter foi ainda obrigado a pagar as custas no valor de 500 libras.

Após a audição, o inspector da RSPCA, Dave McAdam disse que estava satisfeito com o resultado.


Fonte: IOL Diário

Antropólogo descobre cadáver de vampira


O antropólogo forense Matteo Borrini encontrou numa vala comum de 1576, em Veneza, Itália, o cadáver de uma mulher que se pensa ter sido vampira, por ter um pedaço de ladrilho dentro da boca.

De acordo com o italiano Borrini, em 2006 ele descobriu uma vala comum na ilha de Lazareto Nuevo, em que encontrou um corpo com um ladrilho na boca, que servia para impedir que a vampira atacasse os outros mesmo estando sepultada.

Veneza foi devastada por várias pragas na Idade Média, pelo que era frequente as pessoas serem enterradas em valas comuns.

O antropólogo afirma que, quando o povo de Veneza escavou algumas dessas valas, encontrou uma mulher com o ventre inchado e outras características que os levaram a crer que se tratava de uma vampira.

De acordo com a investigação, na época pensava-se que os vampiros, figuras a que as lendas ancestrais atribuíam a culpa pelas pestes, se alimentavam das «mortalhas dos mortos».

Por isso, acreditava-se também que era preciso pôr uma pedra na boca do vampiro para que este deixasse de se alimentar dos outros mortos e morresse definitivamente.


quinta-feira, 12 de março de 2009

Vai ser possível ler a mente



O Centro de Imagiologia da Wellcome Trust divulgou hoje um estudo segundo o qual é possível ler memórias espaciais através de imagens do cérebro. Para os investigadores este é mais um passo para que no futuro conseguirmos ler a mente das pessoas.

Uma equipa de cientistas do Wellcome Trust do University College of London registou as imagens da actividade cerebral de várias pessoas, tendo conseguido assim detectar as suas memórias espaciais.

O estudo foi feito com base nos processos mentais que os taxistas da capital britânica usam para interpretar os mapas da cidade e mostraram que é possível interpretar os sinais transmitidos pelos neurónios.

A nova descoberta vem juntar-se à conhecimento da importância do hipocampo na orientação dos indivíduos, assim como na memória e na imaginação de acontecimentos futuros. E fica agora comprovado que esta região cerebral grava também as memórias espaciais em padrões regulares.

Esta descoberta poderá ser importante para o tratamento do Alzheimer e outras doenças, mas como demonstra que é possível dizer o que uma pessoa está a pensar olhando apenas para a actividade cerebral, talvez abra caminho para leitura da mente humana.