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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Soldados americanos punidos por engravidar


Um general do Exército norte-americano no Norte do Iraque defendeu a decisão de adicionar a gravidez à lista de razões pelas quais um soldado sob seu comando pode enfrentar um tribunal marcial, noticia a BBC.


A actual política do exército é mandar de volta para casa as soldados grávidas, mas o general Anthony Cucolo resolveu alterar a política, uma vez que, segundo confessou à BBC, estava a perder pessoas com habilidades essenciais e por isso, segundo ele, a ameaça de uma acção em tribunal marcial para casos de gravidez tornou-se necessária.


A nova política aplica-se a soldados homens e mulheres, mesmo aos que são casados.


Esta é a primeira vez que o Exército americano torna a gravidez uma ofensa passível de punição, mas para o general Cucolo, «o assunto é muito claro». A alta patente militar defende que soldados casados em zonas de combate devem colocar as vidas amorosas em suspenso ou tomar as devidas precauções.


«Eu tenho uma missão a cumprir, tenho número limitado de soldados para fazê-lo e preciso de cada um deles», disse Cucolo, que acrescentou ainda: «Tomarei todas as medidas que puder, para mantê-los fortes, em forma e comigo pelos doze meses que passaremos na zona de combate».


Fonte: IOL

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Condenada a sete chicotadas por beber cerveja




Uma modelo muçulmana foi condenada por um tribunal islâmico a ser chicoteada por beber uma cerveja num bar, revelou fonte judicial citada pelo jornal «Daily Mail».


Kartika Sari Dewi Shukarno foi esteve perante o juiz, esta segunda-feira, e este condenou a a sete chicotadas e a uma multa de 5,000 ringsit (984 mil euros) por consumir álcool. Para os muçulmanos consumir álcool é uma ofensa religiosa. É raro uma mulher receber esta pena, uma vez que este castigo é normalmente aplicado aos homens.

Shukarno, modelo de 32 anos, acabou por se declarar culpada das acusações de beber cerveja num bar de hotel, em Agosto de 2008.

Os clubes nocturnos da Malásia servem álcool, mas não são obrigados legalmente a verificar se os clientes são muçulmanos antes de os servirem. O clube não foi acusado de nenhuma ofensa.

O juiz não especificou o porquê de uma sentença tão severa, segundo a mesma fonte.