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sexta-feira, 24 de abril de 2009

«Os extraterrestres existem»


Edgar Mitchell, antigo astronauta da NASA, que já esteve na Lua, garante que os extraterrestres existem e que durante a sua carreira teve conhecimento de várias visitas de OVNI ao planeta Terra, todas elas escondidas, noticia o jornal inglês «The Telegraph».

O homem de 77 anos, membro da tripulação do «Apollo 14» afirmou que fontes da agência espacial descrevem os alienígenas como «pessoas pequenas que a nós nos parecem estranhas».

Em entrevista para a rádio «Kerrang» revelou que a tecnologia humana «não é nem um pouco tão sofisticada» como a dos alegados visitantes. Alertou ainda para o facto de serem hostis, mas que «a esta altura já foram embora».

O antigo astronauta acredita que «não há dúvidas de que existe vida no universo. Nós não estamos de todo sozinhos. Estou certo disso». Edgar Mitchell considera-se «privilegiado por saber que já fomos visitados por extraterrestres no nosso planeta. O fenómeno dos OVNI é real».

O motivo para a generalidade das pessoas não estar ciente daquilo que o astronauta acredita ser uma realidade deve-se ao facto de «ter sido abafado por todos os governos nos últimos 60 anos», no entanto «lentamente foram existindo algumas fugas de informação e alguns de nós fomos privilegiados por termos sido informados sobre esse facto».

Edgar Mitchell conta que esteve «nas reuniões dos serviços secretos militares» e sublinha que «fomos visitados».

A NASA reagiu prontamente e afirmou que a organização «não vigia OVNI. A NASA não está envolvida em nenhuma espécie de camuflagem acerca da existência de vida extraterrestre neste planeta ou noutro sítio qualquer do Universo».





Vídeo de entrevista com Edgar Mitchell






Fonte: IOL Diário

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A colisão de dois satélites no espaço


Dois satélites de comunicações colidiram em órbita, anunciou a NASA esta quarta-feira. Este foi o primeiro embate de dois aparelhos no espaço. A colisão ocorreu ontem a 500 quilómetros da Sibéria.

A colisão produziu uma nuvem massiva de destroços, mas a verdadeira dimensão do acidente só será conhecida daqui a uma semana, disse o porta-voz da NASA, Kelly Humphries. O risco de colisão com a estação espacial internacional é baixo, uma vez que a colisão ocorreu acima da órbita da estação.

O choque envolveu um satélite comercial Iridium que foi lançado em 1997 e um satélite russo lançado em 1993, que não estaria operacional. Cada um pesava cerca de 450 quilos.

Segundo a NASA, já existiram outros casos de colisão no espaço, mas apenas de pequenas partes de satélites.


sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Choque de Asteróide contra a Terra

Açores, Azores, viagens, passeios, férias, ilhas, natureza intacta, relaxar

Será que a NASA e os americanos nos estão escondendo algo???

Washington, 09 Nov 2007 (Lusa) - Os deputados norte-americanos acusaram a NASA de negligenciar a vigilância dos asteróides, sustentando que a Terra poderá ser atingida perigosamente por um deles em 2029 mas a agência espacial alegou que os riscos são mínimos.
Segundo os deputados da Sub-Comissão da Câmara de Representantes do Espaço e da Aeronáutica, um asteróide, de nome "Apophis", com 250 metros de diâmetro, poderá aproximar-se perigosamente da Terra em 2029.
O deputado Tom Feeney explicou que, de acordo com os números da agência espacial norte-americana, vinte mil pequenos objectos cósmicos poderão "tocar" a superfície do Planeta e causar danos de dimensão regional.
Contudo, para Donald Yeomans, responsável da NASA encarregue do programa de vigilância dos asteróides, existe uma probabilidade em 45 mil de o "Apophis" atravessar um "buraco gravitacional" e atingir a Terra em 2036.
"É uma situação muito improvável e cuja possibilidade é, sem dúvida, zero", assegurou Yeomans.
Todos os anos, a NASA consagra 4,1 milhões de dólares (2,7 milhões de euros) para a vigilância de asteróides (corpos menores do sistema solar).
No entanto, a agência espacial norte-americana apenas observa preventivamente os asteróides com mais de um quilómetro de diâmetro.
Para a NASA, os riscos de um asteróide do tamanho do que "apagou" os dinossauros da Terra atingir novamente o Planeta são "muito ínfimos".
De acordo com a agência espacial dos Estados Unidos, os asteróides capazes de provocar a extinção da Humanidade, com pelo menos dez quilómetros de diâmetro e comparáveis ao que colidiu com a Península do Iucatão, no México, há 65 milhões de anos, serão ainda mais raros.
ER.
Lusa/Fim


Fonte da notícia: SAPO Lusa