sábado, 31 de agosto de 2013

Investigadores conseguem realizar comunicação cerebral entre humanos

Uma experiência que vai constar nos livros científicos certamente. Apesar do ambiente controlado da investigação, os resultados são genuínos e abrem um precedente histórico.


Um grupo de investigadores da universidade de Washington, nos EUA, conseguiu realizar a primeira comunicação cérebro-a-cérebro entre humanos. De um lado a ação foi pensada, do outro a ação foi executada. O sinal foi transmitido através da Internet.

Rajesh Rao é o nome do investigador principal que assumiu o papel de "emissor". Frente a um ecrã e ligado a um monitor de atividade elétrica no cérebro, Rajesh Rao pensou de forma a que a sua mão direita disparasse um tiro no jogo que tinha à sua frente.

Do outro lado estava Andrea Stocco, cientista e cobaia na mesma experiência. Ligado a uma máquina de estímulo cerebral, Andrea Stocco executou num teclado a ação que Rajesh Rao tinha pensado. E de forma quase instantânea, segundo os relatos da imprensa internacional. 

A equipa de investigação esteve em contacto permanente, mas os dois intervenientes não tiveram contacto entre si. O recetor estava inclusive com auscultadores para não se aperceber de nenhum som que o pudesse estimular a mover os membros. 

Pensa-se que esta seja a primeira vez que a comunicação cerebral entre humanos é realizada. Outras experiências de outras equipas de investigação já tinham conseguido uma comunicação cérebro-a-cérebro entre ratos e entre um humano e um rato. 

Esta telepatia cibernética é semelhante a um tique nervoso, contou Andrea Stocco em comunicado de imprensa citado pelo CNet

Apesar do feito, a comunicação cerebral entre humanos realizada pelos investigadores foi trabalhada para reproduzir aqueles resultados, isto é, o computador já sabia quando reconhecer o "pensamento" certo de Rajesh Rao e estava ligado diretamente à parte do cérebro de Andre Stocco que controla a mão direita. 








Fonte: http://tek.sapo.pt

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Descobertos nos Açores artefactos em pedra semelhantes à das culturas aborígenes de África

Foram descobertos na ilha do Pico, nos Açores, artefactos de pedra semelhantes aos das culturas aborígenes do norte de África, revelou hoje a Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA).

Num comunicado enviado às redacções, a APIA adianta que os referidos artefactos foram descobertos na sequência de um trabalho de investigação histórico e arqueológico desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal da Madalena.

"Foram descobertos na ilha do Pico vários artefactos líticos com paralelos em culturas aborígenes do Norte de África e por exemplo: "Guanches" nas Canárias", refere o comunicado.

A mesma fonte adianta que alguns destes materiais encontram-se associados a estruturas em pedra "piramidais escalonadas", que a população local designa habitualmente por "maroiços", que afirmam terem resultado da limpeza de terrenos para a agricultura.

"Muitos serviram esse propósito, mas existem porém outras estruturas piramidais com características arquitetónicas únicas", adianta a APIA, sublinhando que "algumas das estruturas inventariadas têm mais de 10 metros de altura", e possuem corredores e câmaras do tipo "tholos".

Para explicar com mais pormenor a importância dos artefactos agora descobertos, está marcada para o próximo dia 27 de Agosto, pelas 21 horas, nos Paços do Concelho da Madalena, uma conferência de imprensa, uma exposição e o lançamento de um livro intitulado: "Estudo Histórico Arqueológico sobre as construções piramidais existentes no concelho da Madalena do Pico".

sábado, 24 de agosto de 2013

Bíblia com mais de 1500 anos é descoberta e preocupa Vaticano. Saiba o motivo

As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas hoje estão negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.

   As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo, descritas no Livro de Atos.

   Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.

A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”.

O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.

   O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.

   A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: “Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, significando “Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta”.
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Fonte: superradio.com.br