domingo, 8 de dezembro de 2013

Estudante faz fortuna a vender latas de ar fresco

Um estudante francês inventou um negócio milionário: vender latas de ar fresco. Antoine Deblay decidiu comercializar latas de 250ml com ar da sua terra natal, Montcuq, no sudoeste da França.

O jovem de 22 anos divulgou a ideia, pela primeira vez, num site de "crowdfunding", o KissKissBankBank, e surpreendentemente recebeu mais de 800 euros em investimento em poucas semanas.

Depois de criar um website e colocar à venda o produto "100% biológico" a um custo de 5 euros a lata mais outro tanto em portes de envio, as encomendas começaram a chegar e em apenas três semanas teve que despachar cerca de mil latas.

Para os não falantes do francês torna-se difícil perceber a razão humorística pela qual o produto se tornou tão popular. É que em francês, Montcuq é facilmente confundível com a pronúncia de "mon cul", que poderá ser traduzido por "o meu traseiro".

Logo, o produto ar de Montcuq está simultaneamente a ser vendido "o ar do meu traseiro". Antoine Deblay compromete-se a vender apenas 10 litros de ar por semana, o que faz com que futuras encomendas possam estar sujeitas a lista de espera.


Fonte: JN

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Amazon vai usar drones para entregar encomendas em apenas meia hora

Gigante do comércio online está a preparar novo sistema de entregas com recurso a veículos aéreos não tripulados.



A Amazon está a preparar um sistema de entregas com recurso a drones(veículos aéreos não tripulados) e que demorará apenas meia hora a chegar ao cliente após a encomenda online. Jezz Bezos, o fundador e presidente executivo do gigante norte-americano, mostrou os protótipos, ontem, no programa 60 Minutos da CBS, e acredita que dentro de quatro ou cinco já será possível entregar encomendas de pequenas dimensões através deste sistema.

O “Amazon Prime Air” tem um alcance de 16 quilómetros de distância a partir dos centros de distribuição que a empresa detém nos Estados Unidos. O drones, chamados de “octocopters”, voam directamente a casa do cliente.

“São efectivamente drones mas não há qualquer razão para que não sejam usados como veículos de distribuição”, disse, durante a entrevista à CBS. “Parece ficção científica, mas não é”, afirmou, sublinhando que “ainda é cedo” para avançar com o projecto no terreno.

Os “octocopters”, com motor eléctrico, conseguem transportar objectos até dois quilos, peso que representa cerca de 86% das encomendas entregues actualmente pela Amazon. Estes drones deslocam-se através de coordenadas GPS e não são telecomandados.

“O maior desafio é conseguir colocar [nos veículos] toda a segurança e sistemas que precisamos para dizer: ‘Isto não pode aterrar na cabeça de alguém que está a passear na rua’”, disse Jeff Bezos.

Não é um projecto imediato e não estará disponível antes de 2015 até porque a Amazon precisa de autorização da FAA, a administração federal de avião, entidade responsável pelos regulamentos da aviação civil nos Estados Unidos.

“Se pode ser daqui a quatro ou cinco anos? Penso que sim. Vai funcionar e vai acontecer. E vai ser muito divertido”, garante Bezos.

A Amazon tem a visão de vender tudo a todos e já começou a fazer entregas de produtos frescos e de mercearia em duas cidades dos EUA (Seattle e Los Angeles). Com 225 milhões de clientes em todo o mundo, faz chegar as encomendas através de 96 centros de distribuição a nível global. O primeiro livro encomendado online foi enviado em 1995.

A ideia de utilizar drones para fins não militares não é nova. Em Junho, um franchisado da Domino’s no Reino Unido divulgou um vídeo onde se vê o “DomiCopter” a entregar uma pizza. Contudo, não passa de um conceito a estudar.

A tecnologia está também a ser testada no Peru na agricultura e arqueologia. Pode ajudar a avaliar o crescimento das culturas ou fazer uma análise cartográfica em poucos minutos.




Fonte: PUBLICO