segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Objeto misterioso causa pânico na Rússia

Um vídeo, publicado no YouTube, registrou um objeto misterioso sobrevoando as cidades de Kurgan e Yekaterinburg, na Rússia. A cena foi filmada no entardecer de ontem.

De acordo com o site “segnidalcielo.it”, o sobrevoo causou o acionamento imediato de um alarme para alertar a provável queda de um meteorito, o que gerou pânico na população das cidades em que o objeto era visível. 

 No vídeo pode-se ver um objeto cônico. Depois de alguns minutos, o corpo se transforma em ponto de luz e se dissolve.

Outra hipótese aponta que o objeto poderá ser declarado como um teste de míssil pelas autoridades. Mas, como ainda não foi classificado, trata-se de um OVNI (Objeto Voador Não Identificado).

Outro caso
Em fevereiro deste ano, a queda de um meteorito deixou centenas de feridos na região de Chelyabinsk, também na Rússia. 





Fonte: http://cenariomt.com.br

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Terra é mais atingida por meteoritos do que se pensava

Meteoritos são objetos compostos de rocha e metal que podem se desprender de corpos do sistema solar, viajar pelo espaço e cair na superfície terrestre


Chuva de meteoritos em Chelyabinsk, Rússia: estimativas indicam que explosões de meteoritos com mesma energia da bomba de Hiroshima acontecem quase todos os anos

A mais recente análise do meteorito que explodiu sobre Tcheliabinsk, na Rússia, em fevereiro, sugere que o risco desse tipo de explosão pode ser maior do que se pensava. As informações são da Wired.

Meteoritos são objetos compostos de rocha e metal que podem se desprender de corpos do sistema solar, viajar pelo espaço e cair na superfície terrestre. Muitas vezes, esses objetos celestes são tão pequenos que se desintegram quando entram na atmosfera do planeta.
Na época, o corpo celeste de 10 toneladas atravessou o céu e lançou bolas de fogo em direção à Terra, deixando um longo rastro branco em seu caminho, que podia ser visto a até 200 quilômetros de distância.
O meteorito pode ter liberado uma energia equivalente a 500 kilotons de TNT. Isso significa que o corpo celeste gerou um impacto 30 vezes maior que o da bomba de Hiroshima.
As colisões de meteoritos são muitas vezes comparadas com explosões nucleares porque eles estão acelerando em direção à Terra, gerando um impulso que o torna muito mais destrutivo.
Segundo o cientistas Peter Schultz , da Universidade Brown, o meteorito russo foi uma espécie de revelação. Novas estimativas indicam que explosões de meteoritos com a mesma energia da bomba de Hiroshima acontecem quase todos os anos.
Mas a probabilidade é que aconteçam com mais frequência sobre o oceano ou áreas desabitadas. Por isso, passam despercebidos pela população mundial.
Para ter certeza sobre essa alta frequência de explosão de meteoritos, os cientistas ainda precisam acompanhar novos impactos. Quanto mais observarmos esse tipo de colisão na Terra, melhor a ciência será capaz de estimar sua frequência.

Fonte: http://exame.abril.com.br

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Medusas pararam central nuclear na Suécia

Biólogos alertam que fenómeno pode tornar-se comum no futuro.

Uma praga de medusas obrigou à paragem de uma das maiores centrais nucleares do mundo — na Suécia. Os operadores da central nuclear de Oskarshamn, no Sudeste do país, tiveram de parar o reactor número três no último domingo depois de toneladas de medusas-da-lua (Aurelia aurita) terem entupido os tubos que transportam água fria até às turbinas da central, para arrefecer os reactores.

Nesta terça-feira, os tubos ficaram desentupidos e o reactor prepara-se agora para voltar a funcionar, segundo o site da Fox News. Este não é caso inédito, lembra o site desta estação televisiva: em 2012, uma central nuclear na Califórnia também foi forçada a parar devido à invasão dos tubos por um organismo igualmente gelatinoso como as medusas.

Embora pareça haver mais casos de aparecimento excessivo de medusas, os cientistas ainda não afirmam taxativamente que há cada vez mais medusas, uma vez que não há dados históricos, para estabelecer comparações. Mas, com a degradação das condições ambientais, os biólogos alertam que o problema agora ocorrido na central sueca pode tornar-se frequente. E a medusa-da-lua é uma espécie que consegue prosperar em zonas com condições extremas, onde se pescou em excesso ou que tenham más condições ambientais.

“A medusa-da-lua gosta deste tipo de águas”, explicou à Fox News Lene Møller, do Instituto Sueco para o Ambiente Marinho. “Não se importam com a proliferação de algas, com baixas concentrações de oxigénio ou que os peixes se tenham ido embora. Os peixes vão-se embora e as medusas-da-lua podem apoderar-se do ambiente.”




Fonte: PUBLICO