quarta-feira, 22 de maio de 2013

Fred Turner criou em casa uma máquina que copia ADN


Queria perceber por que é que o irmão era ruivo e ele não. Então montou um laboratório genético na cave e tornou-se o Jovem Engenheiro do Ano do Reino Unido


Fred Turner sempre ouviu na escola insinuações de que ele e o irmão, Gus, tinham pais diferentes — isto porque Gus é ruivo e Fred não. Um dia cansou-se e decidiu provar que a culpa era da genética. Mas os aparelhos necessários eram tão caros que Fred decidiu construir o seu próprio laboratório na cave.

Para fazer um teste genético ao irmão, precisava de uma máquina com tecnologia de reacção em cadeia da polimerase (ou PCR, na sigla em inglês). Esta máquina selecciona genes específicos a partir de amostras de ADN, que depois copia milhões de vezes para poderem ser analizados, sequenciados e testados.

O valor comercial dos modelos mais básicos oscila entre os 2,300 e os 3,300 euros. Mas Fred conseguiu construir o seu próprio modelo recorrendo, entre outras coisas, a peças de electrodomésticos velhos, como um leitor de cassetes de vídeo.

A invenção permitiu-lhe analisar o ADN do irmão e provar que a sua cor de cabelo foi causada por uma mutação genética. “Há um gene chamado MC1R que, se tiver uma certa mutação, torna-te ruivo” explicou à ITV.

Entretanto o jovem, que já foi contactado por pessoas interessadas em adquirir o seu modelo, revelou o desejo de o comercializar em forma de "kit" de montagem — ou seja, vendido em peças separadas. O objectivo é celebrar a sua própria experiência reproduzindo o processo de construção.

Jovem Engenheiro do Ano

Com este projecto o estudante alcançou mais do que satisfação pessoal. Concorreu à edição de 2013 da“National Science + Engineering Competition” e foi considerado Jovem Engenheiro do Ano no Reino Unido.

A competição é anual e premeia jovens entre os 11 e os 18 anos, com projectos que se destaquem na área da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Ao longo de dois dias, os finalistas são avaliados por um júri, que depois escolhe os vencedores das várias categorias

Aos 17 anos, Fred Turner parece ter um futuro promissor. Já tem uma vaga confirmada na Universidade de Oxford, e em Setembro começa a estudar Bioquímica. No futuro, diz que gostava de ter o seu próprio negócio.


Fonte: Publico

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Explosão na Lua por impacto de meteorito


A agência espacial norte-americana monitoriza há oito anos os impactos de meteoritos na Lua. Na noite de 17 de março observaram um impacto que causou a maior explosão de sempre, que teria sido visível a qualquer pessoa que estivesse a olhar para o satélite natural naquele momento - sem precisar de telescópio.

Segundo a NASA, a explosão foi causada pela queda de um meteorito de 40 kg, que teria entre 30 e 40 centímetros. Viajava a cerca de 90 mil quilómetros por hora. A explosão era equivalente a cinco toneladas de TNT.

"Na noite de 17 de março, as câmaras da NASA e da Universidade de Western Ontario detetaram um número fora de comum de meteoros aqui na Terra", afirmou Ron Suggs, analista do Marshall Space Flight Center. "Estas bolas de fogo viajavam numa órbita idêntica entre a Terra e a cintura de asteróides", acrescentou, dizendo que tanto o nosso planeta como o seu satélite natural estavam a ser atingidos por meteoroides na mesma altura.

Contudo, ao contrário da Terra, cuja atmosfera destrói a maior parte dos objetos, a Lua está totalmente exposta. Desde 2005, já foram detetados mais de 300 impactos, mas o de 17 de março foi o mais brilhante.

(Notícia corrigida às 16.40: o meteorito viajava a cerca de 90 mil quilómetros por hora e não 90 km como por erro estava inicialmente referido).

Fonte: DN

sábado, 11 de maio de 2013

Em Chelyabinsk buscam por grande fragmento de meteorito



Uma expedição da associação científica de pesquisa russa Kosmopoisk hoje começou a buscar pelo maior fragmento do meteorito Chebarkul na região de Chelyabinsk na Rússia.


Os peritos afirmam que este fragmento pode atingir várias toneladas de peso e que as chances de encontra-lo são altas.

Em 15 de fevereiro de 2013 de manhã nos céus de Chelyabinsk explodiu um bólido de pedra. Segunda as estimativas da NASA, o corpo celeste atingiu 17 metros de comprimento e pesou 10 mil toneladas. Mais de 1.000 pessoas sofreram lesões por estilhaços de vidro.


Fonte: Voz da Rússia