segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Tempestade solar pode prejudicar a Terra em 2013


Saiba tudo sobre a possível tempestade solar de 2013. Os danos podem ser terríveis, mas ainda são apenas algumas suspeitas.

A NASA é a maior agência quando o assunto é pesquisas espaciais. Em seus últimos estudos, ela identificou que no ano de 2013 tempestades solares poderiam prejudicar seriamente os sistemas da Terra. É algo que preocupa a muitos, os mitos sobre o calendário maia e o fim do mundo podem não ser exatos, mas esses estudos dizem que é possível o nosso planeta ser afetado pela energia dos ventos solares, que mesmo a uma grande distância conseguem afetar a vida e o nosso clima, e no pior dos casos essas tempestades podem causar resultados devastadores a Terra.

Uma das principais consequências da tempestade solar são os efeitos no nosso sistema de energia elétrica, telecomunicação e internet, sendo superior ao poder de um tornado. Uma tempestade solar com força total pode destruir os sistemas de telecomunicações das grandes empresas e atrapalhar os nossos atuais meios de comunicação.

A ideia de ter pontos do nosso planeta prejudicados por tempestades solares é assustadora, mas real, o sol é uma estrela em constante crescimento, sua energia e força aumentam a cada dia que passa. O Sol a cada ano esta mais ativo, ao contrário do que alguns pensavam de que ele estaria se enfraquecendo. A suposição de que essa energia poderia afetar negativamente a Terra já era cogitada por vários cientistas.

Uma tempestade solar do tamanho da prevista para 2013 já aconteceu em 1859 e recebeu o nome de “Evento Carrington”, ganhou esse nome porque quem deu o testemunho do evento foi o astrônomo Richard Carrington. Por causa da tempestade solar vários cabos de transmissões foram eletrificados, escritórios de telégrafos acabaram sendo incendiados e era possível ver fortes auroras boreais. Acredita-se que se realmente a tempestade solar 2013 acontecer será necessário de quatro a dez anos para o planeta se recuperar do danos causados.

A Tempestade solar pode prejudicar a Terra em 2013, por isso, os cientistas da NASA vivem em constante pesquisa, avaliam todos os dados passados para poderem ajudar e conseguir prevenir efeitos piores ao planeta, com esses estudos se a tempestade sola acontecer em 2013 as empresas de energias e telecomunicações já estarão preparadas para proteger seus equipamentos. Além das pesquisas, sondas espaciais ficam enviando informações sobre o sol, tudo isso para os pesquisadores analisarem as informações com perfeição e assim evitar preocupações e desespero.


Fonte: circuitomt

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Verão quente no Outono, uma coisa nunca vista em Portugal


Quase ninguém se lembra de um Outubro tão quente. E os números confirmam: algumas zonas de Portugal estão a enfrentar um calor que não se via pelo menos há 70 anos.

Segundo dados do Instituto de Meterologia, os dez primeiros dias do mês foram de facto excepcionais. A temperatura média no Continente foi 4,4ºC superior à média para o mesmo período. No Porto, com uma temperatura média de 21,8ºC, o desvio chegou a 6,2ºC.

Pelo menos onze recordes de temperatura máxima foram batidos ou igualados. Em seis pontos do país – Évora, Bragança, Montalegre, Mirandela e Guarda – o calor chegou a níveis nunca alcançados desde 1941, data em que começa a série de registos das estações meteorológicas nestas áreas. Noutras seis estações – Castelo Branco, Lisboa, Monção, Cabril, Mogadouro e Carrazeda de Ansiães – também foram ultrapassados os recordes. Mas como as séries de dados são mais curtas, tudo que se pode dizer é o que nunca os termómetros estiveram tão altos nas últimas duas a quatro décadas.

Ter o termómetro ocasionalmente acima dos 30ºC em Outubro não é uma raridade absoluta. “que não é comum é que haja tantos dias seguidos de tempo quente”, diz a meteorologista Maria João Frade, do Instituto de Meteorologia.
Mais uma vez, os números não deixam margem para dúvidas. Nada menos do que vinte pontos do país enfrentaram uma onda de calor, no sentido técnico do termo – ou seja, mais de seis dias seguidos com temperaturas mais de 5ºC acima da média. Em pelo menos duas estações meteorológicas – Alvega (em Abrantes) e Alcácer do Sal – a onda de calor durou 12 dias, até 7 de Outubro.

Uma onda de calor tão longa faz lembrar o Verão de 2003, quando a canícula estendeu-se por duas semanas, com consequências dramáticas nos fogos florestais e na mortalidade da população. Embora as temperaturas agora sejam bem menores, os fogos multiplicaram-se em Outubro e a Direcção-Geral de Saúde prolongou o seu Plano de Contingência para Ondas de Calor.

A própria razão do calor é semelhante à de há oito anos. Uma zona de alta pressão estacionou sobre parte da Europa, formando uma espécie de parede que bloqueia a chegada do tempo húmido do Atlântico e que traz ar quente do Leste. Resultado: calor e tempo seco em Portugal, França, Espanha, Reino Unido e outros países.

“Este bloqueio não é muito diferente do que o que se observou em 2003”, afirma o climatologista Ricardo Trigo, do Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa. Além disso, a temperatura da superfície do mar no Atlântico tem estado mais elevada do que a média. “Isto é muito importante”, diz Ricardo Trigo.

O início de Outubro está a contribuir para a situação de seca meteorológica que já abrangia a maior parte do país no final de Setembro, especialmente no litoral Norte, segundo o Instituto de Meteorologia.

Mas, apesar da falta de chuva, as barragens estão com níveis normais ou até acima da média. Das 55 albufeiras monitorizadas pelo Instituto da Água (Inag), apenas oito entraram em Outubro com menos de 40 por cento da sua capacidade. Apenas nas bacias do Douro, Lima, Cávado e Ave, o nível estava abaixo da média.

O início seco de Outubro não chegará para alterar radicalmente este quadro. “Com as secas, as coisas não variam de um dia para o outro”, explica Rui Rodrigues, responsável do Inag pela monitorização dos recursos hídricos. Apenas em áreas abastecidas por pequenas albufeiras – como Bragança, que está em risco de ficar sem água – pode haver alterações mais rápidas, segundo Rodrigues.

O calor tem, no entanto, os dias contados. Segundo o Instituto de Meteorologia, as temperaturas vão começar a baixar gradualmente a partir do sábado, primeiro no litoral. Quanto à chuva, talvez para a semana.


Fonte: Publico

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

21 tesouros escondidos na Europa

A Comissão Europeia deu prémios de excelência em turismo sustentável (EDEN) a 21 destinos europeus. Portugal está aqui representado com o Parque Nacional do Faial.

Os prémios European Destinations of Excellence (EDEN), entregues em Bruxelas no Dia Mundial do Turismo (27 de setembro), foram atribuídos na edição de 2011 a 21 destinos não muito conhecidos, mas que são considerados "tesouros escondidos na Europa" por praticarem turismo sustentável.

A recuperação de património em paisagem natural foi o tema em 2011 para a escolha de destinos EDEN. O Parque Natural do Faial foi um dos destinos premiados, levando Portugal pela primeira vez a entrar no clube de países com destinos que ostentam este rótulo de excelência.

Os prémios EDEN atribuídos em 2011 foram para os seguintes destinos: - Parque Natural do Faial (Portugal)- Delfos (Grécia)- Gmund (Áustria)- Marche-en-Famenne (Bélgica) - Pustara Visnjica (Croácia)- Parque nacional Lahemaa (Estónia)- Montevecchio (Itália)- Stykkishólmur (Islândia)- Kalopanagiotis (Chipre)- Ligatne (Letónia)- Ecoparque de Trasmiera (Espanha)- Great Western Greenway (Irlanda)- Slovácko (República Checa) - Roubaix (França) - Rokiskis (Lituânia) - Mecsek (Hungria)- Veenhuizen (Holanda)- Zyrardów (Polónia) - Gharb (Malta)- Idrija (Eslovénia) - Hamamonu (Turquia).