domingo, 21 de outubro de 2007

Profecias papais de São Malaquias

Será que estamos perto do fim?




Segundo uma profecia do século XII, o actual líder da Igreja Católica, Bento XVI é um papa "relacionado com a oliveira". A mesma profecia ainda prevê a existência de apenas mais um pontífice antes do fim do mundo.



A previsão, citada e frequentemente contestada, é atribuída a São Malaquias, um arcebispo irlandês reconhecido por membros da Igreja Católica por sua habilidade de prever o futuro e que foi canonizado há mais de 800 anos.



Naceu en Armagh, Irlanda, em 1094 pertencia a uma familia O'Morgair. Foi baptizado com o nome de Maelmhaedhoc (latinizado como Malaquías). Foi ordenado sacerdote por São Cellach (Celsus) en 1119.






Depois de sua ordenação continuou seus estudos de liturgia e teologia em Lismore, São Malchus. Em 1123 foi eleito abade de Bangor e, um ano mais tarde, foi consagrado bispo de Connor. En 1132, foi elevado a primaz de Armagh. São Bernardo diz-nos que São Malaquías possuía um grande zelo pela religião e pela espiritualidade.






.Após a morte de São Celsus, São Malaquias foi nomeado Arcebispo de Armagh en 1132.











Foram atribuidos a ele muitos milagres durante a sua vida religiosa e, era dotado do dom da profecia. Foi canonizado pelo Papa Clemente III, a 6 de Julho de 1199. Sua festa é celebrada a 3 de Novembro.




Profecias de São Malaquias




Sobre sua morte:




Segundo nos relata San Bernardo, Saão Malaquias anunciou o dia exacto de sua morte (2 de novembro) estando com ele na abadia de Clairvaux.




Sobre a Irlanda:




Anunciou que a Irlanda, sua pátria, seria oprimida e perseguida pela Inglaterra, trazendo-lhe calamidades durante 7 séculos, porém que havia preservar a fidelidade a Deus e à Sua Igreja. Por fim seria libertada e seus opressores seriam então castigados. Irlanda católica seria instrumental no regresso da Inglaterra à fé.




Profecia sobre os papas:




A mais famosa das profecias atribuídas a São Malaquias é, sem dúvida, a que se refere aos Papas. Está composta por "lemas" para cada um dos 112 Papas, desde Celestino II, eleito em 1130, até ao fim do mundo.




São Malaquias teria tido uma visão durante uma viagem a Roma por volta de 1139 a respeito dos 112 papas que assumiriam o comando da Igreja antes do Julgamento Final, quando, segundo a Bíblia, Deus separará os bons dos maus.




O actual papa Bento XVI, de acordo com a profecia, constitui o penúltimo papa, é o número 111 da lista e é descrito no texto como sendo "gloria olivae — a glória da oliveira", . Em que sentido o actual papa será "a glória da oliveira"? Como o ramo de oliveira é melhor conhecido símbolo da paz, presumivelmente a glória da oliveira é a paz. Assim, a frase sugere que o actual papa será um homem comprometido com a promoção da paz.

O próximo papa será o de número 112 dessa lista e é descrito no texto como sendo o "Pedro o Romano". O último papa na lista das profecias papais de Malaquias é dado não por um mote, mas por um nome que não pode ser ambíguo, "Petrus Romanus — Pedro o Romano". O nome é seguido de uma breve descrição de seu pontificado que vai até o julgamento final e a destruição da Terra. "Na perseguição final da Igreja Católica reinará Pedro, o Romano, que alimentará seu rebanho em meio a muitas tribulações, depois das quais (Roma ) a cidade das sete colinas será então destruída e um terrível juiz julgará o povo. Fim."




Quem será "Pedro, o Romano"? E porque receberá um nome ao invés de um mote como os outros 111 papas anteriores? Será Pedro, o Romano alguém que nasceu em Roma ou um líder da igreja que passou a maior parte de sua vida em Roma, servindo à Cúria Vaticana? Nós não sabemos. Precisamos aguardar para ver. Mas penso que o mais significativo na frase "Pedro, o Romano" é a descrição da natureza de seu pontificado.







Como descrição de seu pontificado, a frase "Pedro, o Romano" sugere que esse papa reafirmará a autoridade papal sobre Igreja Católica. A expressão também indica que esse papa reafirmará Roma como o local do assento da autoridade da Igreja e requerer a fé e o reconhecimento "da sagrada, Católica e apostólica Igreja Romana como a mãe e mestra de todas as igrejas." (como expresso na profissão de fé do Vaticano)







Seu predecessor, o papa da paz, enfatizará o bem e outras crenças e forçar a unidade religiosa de toda humanidade sob a liderança espiritual do Papa. Mas Pedro, o Romano, trabalhará para assegurar a supremacia da fé Católica Romana e Igreja Católica Romana sobre todas as outras religiões e denominações. Sua autoridade será sobre todos os cristãos e sobre todos os povos do mundo. Parece que a paz promovida pelo 111º. Papa será seguida por uma tempestade quando vier o último papa.




Existem semelhanças muito interessantes entre as previsões de São Malaquias e os papas. João Paulo II, por exemplo, foi descrito pela profecia como "de labore solis" (do trabalho do Sol).

João Paulo II nasceu em 18 de maio de 1920, mesmo dia de um eclipse solar. E foi enterrado em 8 de abril passado, quando um eclipse parcial pôde ser visto nas Américas. Alguns lêem a previsão relacionada com o papa morto neste mês de forma menos literal. Ela se referiria ao local de nascimento dele, a Polônia, que fica no Leste Europeu. O Sol nasce no leste.




Uma coisa é certa, de acordo com a profecia de São Malaquias, falta apenas mais um papa (o Papa 112) , aquele que virá após Bento XVI. Será durante o próximo papado que virá o fim do mundo? De acordo com a profecia de São Malaquias é exactamente isso que ele disse. Resta, portanto, esperar para ver.




Lista completa em inglês








Foto de São Malaquias




Ilha de Páscoa, mistérios sem explicação

Estátuas da ilha de Páscoa
Um grande mistério sem explicação



Neste nosso planeta existem muitos mistérios sem qualquer explicação lógica. As gigantes imagens em pedra da Ilha de Páscoa são, sem dúvida, um desses mistérios que ainda continua por explicar.

São apenas 18 km² de terras áridas, com origem de erupções de quatro vulcões, hoje inactivos. Pertencente ao Chile, ela é a porção de terra habitada mais isolada do restante da humanidade, em todo o Planeta. Qualquer terra mais próxima, está a uma distância de 3000 a 3200km, por isso os nativos desta ilha chamam-na de "umbigo do mundo"; é de imensa solidão, cercada pelas águas perigosas do sul do Oceano Pacífico. Este pequeno pedaço de terra da Oceania foi descoberto, por acaso, pelo almirante holandês Jacob Roggeven, justamente num domingo de Páscoa em 1772; mais tarde, foi rebatizada pelos espanhóis, com o nome do santo protector de seu imperador, passando a constar nos seus mapas náuticos como Ilha de São Carlos. Actualmente, é designada de Rapa-Nui.





A ilha de Páscoa é a terra dos "Moais", gigantescas esculturas, construídas com rochas vulcânicas. Suas dimensões e pesos são variáveis, indo de três a dez metros de altura, com algumas dezenas de toneladas. Feitas com material relativamente frágil, a lava vulcânica petrificada, deveriam ser deslocadas com muito cuidado e com as mãos, pois não haviam máquinas para esse fim naquela época. No entanto tal façanha à luz da razão é inteiramente impossível, levando-se em consideração a natureza do terreno que é acidentado e pedregoso.
São centenas de homens gigantescos espalhados pela pequena superfície da ilha, ao todo, mais de mil!. Têm sempre no rosto a mesma expressão e parecem vigiar os horizontes desde todos tempos, com olhar distante e sereno. Colossais, imponentes, insondáveis. Muito se estudou e se estuda sobre eles e, no entanto, continuam a ser um dos mais inexplicáveis mistérios do nosso planeta.






Durante milénios os moais estiveram protegidos do restante da humanidade, pela sua localização perdida no sul do Pacífico. Os habitantes primitivos da ilha contam que, a história dos moais é a mesma história deles, ou seja, vieram de uma ilha fadada a desaparecer sob as águas. Sempre que contam esta história, passada de geração em geração, dizem que as monumentais esculturas foram transportadas, das bases dos vulcões onde foram construídas, para plataformas artificiais onde efectivamente estão, pelo "mana", poder sobrenatural que o rei possuía, pois bastava que ele olhasse para uma das estátuas e a mesma se levantaria, "pousando" no lugar desejado. (É interessante que chamavam a esse poder de "Mana", básicamente o mesmo nome do antigo testamento, o alimento caído do céu do povo de Israel durante 40 anos no deserto).
Os nativos da ilha mais solitária do mundo, tinham desenvolvido uma escrita própria, independentemente do resto do mundo e, até hoje, continua indecifrável. Constituía-se de uma série de sinais, gravados com dentes de tubarão, em tábuas de madeira - as "tábuas falantes", no idioma local.

Como podem calcular, existem muitas teorias relacionadas com este e outros mistérios do nosso mundo, muitos chegam mesmo a acreditar que estas estátuas tenham sido colocadas ali por mãos de extraterrestres. Apesar de tantas teorias e muitos livros escritos sobre este assunto, a verdade é que até aos dias de hoje continua a ser um grande mistério sem qualquer explicação lógica.




Observe o tamanho das estátuas em relação aos homens que se encontram junto delas


Megálitos - mistérios da antiguidade

Megálitos,Mistérios da antiguidade





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Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e américa central. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte de África sendo os locais mais importantes.


Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.


Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.



Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras, construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.


Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia actividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitectónico.


Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.


Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.


CÍRCULOS INGLESES




Stonehenge em Salisbury, (sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos círculos ingleses. Será que existe alguma relação entre o megálito de Stonehenge e os misteriosos círculos?



Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer frequentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afectados chegam a desenvolver-se muito mais rápidamente (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.



Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registar a formação de uma dessas figuras acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e, em algumas vezes, acabam de se surpreender ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.



Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronómicos, além de os comparar a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios...


Segundo pesquisadores, esses desenhos (círculos ingleses), devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill.


OS MISTÉRIOS DE STONEHENGE





Stonehenge, ou seja, a estrutura megalítica situada na Planície de Salisbury, possui uma história cercada de mistérios. A sua estrutura maciça pré-histórica foi demolida e reconstruída. Os seus oitenta fragmentos de arenito cinzento pesam entre vinte e seis toneladas a cinquenta toneladas. O mais interessante é que foram levadas de Preselli (País de Gales) para a Planície de Sulisbury (sul da Inglaterra).


Alguns habitantes dessa região consideram o feito realizado pelo mago Merlim. Outros acreditam que essa mudança ocorreu a pedido dos druidas, ou seja, a casta sacerdotal dos celtas, que realizavam nesse local, rituais religiosos. Alguns estudiosos explicam que ela pode ter sido construída em três etapas: uma no final do neolítico (2.400 a. C.) e duas outras, na Idade do Bronze (1.900 e 1.700 a.C.).

Quem teve a oportunidade de visitar o local, ficou impressionado com o que viu: as pedras verticais formam dois círculos (o maior mede 32m de diâmetro) e as pedras do círculo maior sustentam as pedras transversais. Por que as pessoas sentem-se tão atraídas por este local? Em qualquer dia do ano, é possível ver uma enorme multidão olhando para as pedras. Suas formações surpreendentes proporcionam o palco para as representações do solstício do verão no eixo de entrada, já que a orientação do monumento está voltada para o nascente.

Actualmente, é proibido tocá-las, pois o governo preocupa-se com possíveis estragos. Stonehenge nos dá a certeza de que nossos ancestrais possuíam muito mais conhecimento tecnológico e cientifico do que possamos admitir. A construção é na verdade, um observatório lunar, muito bem elaborado para "observar" eclipses, "prever" fenómenos meteorológicos, ou até mesmo, contactar seres alienígenas.

No inicio do século passado, os arqueólogos e pesquisadores chegaram à conclusão de que Stonehenge não era obra do acaso, mas sim, uma construção semi-oculta, cujas rochas perfiladas remetiam a idéia de um zodíaco. As linhas de força imaginária ligando as pedras uma as outras, fazem supor de que se trata de um santuário solar e que suas funções estivessem ligadas à observação dos astros.


A mais antiga referência ao monumento, supõe-se, é a que faz o grego Hecateu de Abdera na sua "História dos Hiperbóreos", datada de 350 a.C. : "ergue-se um templo notável, de forma circular, dedicado a Apolo, Deus do Sol..." Até hoje Stonehenge não abriu mão dos seus enigmas essenciais: Por que motivo as "pedras azuis"foram trazidas das montanhas de Gales, implicando num deslocamento de 400 Km, com direito a travessia marítima, quando não faltavam pedreiras na vizinhança? Que métodos usaram as pessoas da Idade do Bronze para transportar e erguer os colossais blocos, que chegam a pesar 50 toneladas? E, sobretudo, a que uso se destinava Stonehenge? Era um templo do Sol, no qual, uma vez por ano, se realizava um ritual cósmico fertilizador? Ou tratava-se, igualmente, de um gigantesco observatório celeste como sugerem uma série de alinhamentos astronómicos precisos? Há ainda quem veja nele um gerador de energias ocultas e mesmo uma base de emergência para OVNI`s perdidos. Quanto à sua utilidade só não existe dúvida de uma coisa: Stonehenge serve para nos deixar estupefactos perante a força e engenho dos seus construtores.